sábado, 23 de março de 2013

Sobre o AMOR, que nunca FALHA!


UMADE AMOR
                                                 FAZ TODA A DIFERENÇA


                                                        O AMOR NUNCA FALHA


                                                             O amor não se ufana,

                                                                    não é soberbo,

                                                 não se comporta de maneira inadequada;

                                                            não busca seu interesse,

                                                             não se irrita facilmente,

                                                                 não faz mau juízo...

                                                                O amor nunca falha


                                                                 CORINTIOS, 1  13

sexta-feira, 22 de março de 2013

PROPOSIÇÕES em MOVIMENTO...



                                 Que o mais puro amor, 
                      que brota do mais profundo do meu ser,
                               possa matizar, magnetizar,
                              todos os meus pensamentos, 
                                       meus sentimentos,
                                           minhas ações,
                       gerando paz e felicidade em si mesmo,
                                todos os dias da minha vida.



sexta-feira, 15 de março de 2013

ESPECIAL PARA FUMANTES E EX-FUMANTES


"O FUMO E A SOBREVIVÊNCIA"
Drauzio Varella - Ilustrada - Folha de São Paulo - Sábado, 09 de Março de 2013.


                                              GUARDEM BEM ESSA DATA

Entre outras informações de suma importância…

Foi analisado também o impacto de para de fumar na redução da mortalidade.

1. Quanto mais cedo alguém deixar de fumar, mais tempo vive.
2. As curvas de sobrevivência dos se livraram do cigarro entre os 25 e 34 anos de idade são praticamente idênticas às dos que jamais     fumaram. Parar nessa faixa etária faz ganhar pelo menos 10 anos de vida.
3. As curvas dos que pararam dos 35 aos 44 anos são um pouco mais desfavoráveis. Ainda assim, largar de fumar  nessa fase permite viver nove anos a mais.
4. Comparados com os que nunca fumaram, ex-fumantes que pararam ao redor dos 39 anos ainda apresentam mortalidade 20 % mais alta. Embora significante, esse numero é pequeno em relação ao risco 200% maior que correriam se continuassem fumando.
5. Parar de fumar dos 45 aos 54 anos reduz 2/3 da mortalidade geral e faz ganhar em média seis anos de vida. Os que o fazem entre 55 e 64 anos vivem em média 4 anos a mais.
6. O cancer de pulmão está associado ao maior risco de morte entre os ex-fumantes.


Como o cigarro perde espaço no mundo industrializado, e em países como o Brasil, as multinacionais têm agido com agressividade nos mercados asiáticos e africanos, valendo-se da falta de instrução das populações mais pobres e da legislação frouxa que permite a publicidade predatória.
Os epidemiologistas estimam que essa estratégia macabra fará o numero de mortes causados pelo cigarro - que foi de 100 milhões no século 20 - saltar para 1 bilhão no século atual.

                                                         Obrigado Dr. Drauzio,

                                                  "GANHEI 10 ANOS DE VIDA"

quinta-feira, 14 de março de 2013

A CRISE DO SUCESSO



Jorge Waxemberg - do livro "A Crise do Sucesso".
Retiro alguns trechos para combater a Crise.









Nossa sociedade é a sociedade do sucesso .










...É cada vez mais difícil para o indivíduo ter uma noção clara de onde quer chegar;
   ele deseja triunfar, ser "alguém". O sucesso representa o anseio constante do
   indivíduo de alcançar sua realização. Mas ele não escolhe hoje sua realização como
   um resultado de sua consciência profunda do que é e anseia: persegue o sucesso
   através das metas tácitas de sua sociedade: amor, dinheiro, poder, fama.
   Ninguém discute essas metas: dá-se por certo que são as melhores para cada
   indivíduo, sua família , seu país, o mundo.


...Em sua loucura de posse se lança atrás de valores alheios à vida, artificiais e
   convencionais: os símbolos do sucesso.


...Perde sua identidade; pensa sente e age em função dos símbolos do momento.
   Estes símbolos não se questionam: estamos programados para o sucesso exterior
   e superficial.


...Mas o anseio de plenitude não se sacia com bens exteriores nem símbolos
   convencionais.


...A corrida em direção ao sucesso nos deixa vazios sem conteúdo.


...Os valores interiores, aqueles que podem dar a paz e a felicidade desejadas, não
   tem lugar na corrida rumo ao sucesso: não se vêem, não se podem contar nem
   exibir-se.


...O ser humano desaparece assim atrás dos símbolos; já não existe como pessoa;
   deixou de ser sujeito para transformar-se em portador de banalidades.


...O conceito atual de sucesso deriva de um sistema de competição desapiedada.
   O sucesso de alguém supõe o fracasso ou o atraso dos demais.


...Essa competição faz do sucesso uma oposição entre nós e os outros; entre o
   indivíduo e a sociedade; entre as pessoas e o meio.


...O conceito atual de sucesso descansa em pressupostos que tornam as relações
   sociais agressivas e violentas: é a lei da selva aplicada às relações.


...Os símbolos do sucesso prometem uma felicidade que não podem dar. Quando
   não empurram para a decadência e a degradação, pagam as avultadas contas
   dos psiquiatras e das drogas sedativas.


...O sucesso humano se admira e inveja desde fora, mas, só por dentro se conhece
   sua vacuidade e inconsistência.


...A crise do sucesso mostra-se no desespero por ganhar, de uma sociedade que
   destrói o mundo para "salvá-lo".


...O ser humano fracassa para que seus símbolos triunfem.


...As consequências de nosso conceito de sucesso são a competição sádica, tanto
   entre indivíduos, como entre nações, a demagogia como política e a guerra como
   recurso econômico.


...A pose de símbolos não é realização individual mas, simplesmente, acúmulo.
   Os símbolos que perseguimos não valem o que pagamos por eles.
   A vida e o ser não tem preço material.


...Quando vendemos nossos dons aos símbolos do sucesso, ficamos sozinhos no final,
   com símbolos e sem valores interiores.
   Quando em troca, ofertamos nossas capacidades, essa participação efetiva nos
   desenvolve interiormente, amplia nossa consciência de ser e nos proporciona um bem
   espiritual profundo e permanente: um bem que nunca se perde. Leva-nos a um cume
   do qual ninguém pode nos desalojar porque é intrínseco ao que somos.


...Em realidade, triunfamos quando adquirimos a liberdade de não depender dos
   símbolos do sucesso.
   Então, o sucesso desaparece como sinônimo de triunfo e o ser humano que
   somos aparece como símbolo vivo de nossa capacidade de desenvolvimento
   e realização de nossas incontáveis possibilidades.
 









sábado, 9 de março de 2013

RUMO A UM NOVO MODO DE PENSAR

Jorge Waxemberg - do livro "A Crise do Sucesso".
Retiro alguns trechos que poderão nos ajudar rumo a um novo modo de pensar.










Sair fora da "caixa" é adquirir um novo modo de pensar.










...Nossa forma de sentir e pensar, embora idealmente possa ser perfeita
em seus conceitos morais e espirituais, na prática nos lança uns contra
os outros. Quando os valores que nos regem surgem de um estado de
consciência de separatividade, a luta pelo predomínio torna-se inevitável.

...Quando o desenvolvimento de uma pessoa significa o atraso de outra,
tal desenvolvimento é falso. Igualmente, se o adiantamento de um povo se
assenta na pobreza de outros, seu avanço é espoliação e não desenvolvimento
real.

...Um mundo mais desenvolvido deve ser para indivíduos mais desenvolvidos.

...O desejo de beneficios pessoais, as pequenas ambições de poder e notoriedade,
a ânsia por usufruir ao máximo os bens que podemos arrancar da vida ou da
sociedade, não podem constituir a base de uma sociedade melhor.

...Um novo modo pensar surge de uma localização interior diferente. Em vez
de limitar a vida e o mundo à visão de um eu pessoal, com desejos limitados
e problemas circunstanciais, contemplemos o mundo e a vida tal qual sabemos
que são. Desta maneira o eu deixa de ser um ponto de contradição entre nós e
o mundo.

...Quando o ponto de partida do pensamento não é um eu pessoal limitado, mas,
o ser localizado em sua dimensão universal, o movimento do pensamento se
inverte: torna-se expansivo.

...O resultado de um pensar universal na conduta é nossa participação com todos
os seres humanos e um amor mais profundo e incondicional a cada um deles.

...Os seres humanos já não são "a humanidade", esse ente abstrato e amorfo
que nos permite separar-nos de seus problemas para contemplá-los como se
fôssemos estranhos ao mundo.

...Nossos avanços deslizaram pela superfície de nosso eu pequeno e não se
aprofundaram na escolha de nossos objetivos nem em nossas aspirações.

...Necessitamos compreender melhor a origem de nossas idéias, de nossos
desejos de renovação e de nossas resistências a uma transformação.

...Em realidade, o que deve mudar é nosso estado de consciência. Necessitamos
expandir-nos interiormente.

...Uma nova maneira de pensar não é mudar a estrutura do pensamento nem
inventar novos valores. Uma nova maneira de pensar é fazer com que o
pensamento, em vez de discorrer sem objetivo nem consciência, se faça
expansivo e consciente, criador em seus resultados e inspirador em suas
aspirações.

...Esse ser humano se nos revela assim em suas inumeráveis possibilidades.
Já não é um mero consumidor de bens materiais: revela seu potencial
espiritual e sua capacidade de realização interior.

  

sábado, 2 de março de 2013

O SENTIDO DA LIBERDADE


Jorge Waxemberg - do livro "A Crise do Sucesso".
Conferência pronunciada na Universidade do Chile, em 9 de Outubro de 1969.
Vou retirar alguns trechos da conferência, que poderão 
nos ajudar a desenvolver o real sentido de "LIBERDADE".                                               


                    


               O QUE É SER LIVRE?
               







    ...Sempre compreendemos que o exercício da liberdade se
      enquadrava dentro de certos limites, mas quando estes se 
      tornam cada vez mais estreitos, o campo onde essa liberdade 
      é possível fica tão reduzido que já não se sabe claramente o 
      que é ser livre.



   ...Nossa consciência de ser descansa fundamentalmente em 
      nossa capacidade de fazer. E esse fazer busca projetar-se 
      em atos concretos objetivos, exteriores.
      O conceito que temos das pessoas, dos acontecimentos, 
      e mesmo dos valores, é marcado pela identificação do 
      indivíduo com o que faz e, mui frequentemente, com o 
      que consegue através do que faz. Poucas vezes reparamos 
      suficientemente na distância que existe entre o que uma 
      pessoa faz e o que essa pessoa é. No entanto, é inevitável 
      que o que fazemos leve a chancela do que somos. 
      Tanto é assim que, embora nossas conquistas seja grandiosas 
      e notáveis, seus frutos, até o momento, são de dor e destruição.


   ...É que a liberdade e a plenitude são bens interiores que não 
      dependem tanto do que recebemos nem das conquistas exteriores 
      quanto de nossa atitude frente aos bens, frente a cada ser humano
      à vida e ao mundo.
      Na medida em que deixamos de entender-nos como seres separados,
      na medida em que nos expandimos e compreendemos em nosso 
      interior esse ser humano e esse mundo, nós nos liberamos de uma 
      noção de ser limitada e parcial e adquirimos uma consciência 
      expansiva, que vai abarcando os seres e um mundo que se estende 
      mais e mais.


   ...Podemos realmente ser livres enquanto existir em nós uma luta 
      contínua entre o que queremos e o que devemos? 
      Quando somos interiormente um campo de batalha, como podemos 
      saber quem somos, o que queremos, o que devemos fazer e quais 
      são nossas possibilidades?


   ...Se fomos condicionados a pensar e agir como o fazemos, 
      não podemos chamar liberdade a capacidade de agir e pensar assim. 
      E é difícil escapar de tal condicionamento porque quem é levado 
      pela mão não aprende a caminhar por seus próprios meios.


   ...Não poderíamos ser condicionados a hábitos de consumo se 
      não houvesse em nós uma ânsia de possuir e consumir que vai 
      muito além de nossas necessidades reais. Tampouco poderíamos 
      queixar-nos de que o sistema pense por nós se não queremos 
      ou tememos pensar por nós mesmos.
      A ânsia de possuir mostra nossa insegurança de hoje, a que nos 
      move a crescer através das coisas porque não podemos, ou 
      não sabemos, crescer simplesmente como seres humanos.


   ...Se amássemos a liberdade teríamos que desprender-nos do 
      fruto de nossas conquistas, para estarmos livres para alcançar 
      novos horizontes.


   ...Quando a liberdade exterior vai se perdendo paulatinamente e, 
       segundo parece, inevitavelmente, se nos torna necessário, 
       então, desenvolver nosso ser interior, para não nos 
       transformarmos em autômatos.


        ...A liberdade interior que vamos alcançando nos possibilita 
           o conhecimento do que queremos, do que fazemos e do que 
           somos. Porque ao ir terminando com nossa identificação com     
           o que desejamos, com nossas coisas, com nossas conquistas, 
           com nossos bens, termina também com nossa dependência 
           interior no que diz respeito a eles mesmos.



                                                  ...E ISSO É COMEÇAR A SER LIVRE
   















quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

DESPERTAR

O Livro "A Crise do Sucesso", escrito por Jorge Waxemberg, nos leva a uma grande reflexão de nós mesmos,  do que estamos fazendo e quais valores temos usado em nossas vidas.
Se baseia em três conferências proferidas entre Outubro de 1969 e Março de 1970.
Vou retirar alguns trechos das conferências, que podem levar ao DESPERTAR de nossas consciências através do discernimento que possamos fazer.
Espero que seja útil.


                                                                                DESPERTAR

                                    Despertar é sacudir a inércia que nos mantém prisioneiros
                                 de nós mesmos, ser capazes de confessar o que somos,
                           o que fazemos e o que perseguimos e ter suficiente força interior
                          para viver de acordo com princípios que estejam em concordância 
                                        com o bem, a paz, a harmonia e o adiantamento 
                                                        de todos os seres humanos.